Inglês para falantes de português · Guia de pronúncia
rê-LÓ (aproximação), com toda a força na segunda sílaba. Em IPA, inglês americano: /həˈloʊ/. O h aqui não é mudo como em português, é uma consoante real, um sopro de ar.
Duas sílabas: he-LO. Quase toda a força fica na segunda, o oposto do que a grafia sugere pra quem lê em português.
Ouvir: hello
Gravação de um falante nativo real de inglês.
O inglês não tem a regularidade do português na hora de ler as letras, e "hello" é um bom exemplo disso: nenhuma das quatro letras soa exatamente como soaria em português.
Hello, my name is Ana.
Olá, meu nome é Ana.
Ouvir: Hello, my name is Ana.
Gravação de um falante nativo real de inglês.
"Hello" é mais formal que "hi", mas ainda é bem casual, dá pra usar com quase qualquer pessoa, de um colega de trabalho a um vizinho novo. É a forma que costuma abrir uma frase completa, como nesse exemplo, enquanto "hi" tende a aparecer sozinho ou em situações mais rápidas.
Repare que o inglês não tem a distinção de gênero que "meu nome é" carrega em português, e a estrutura "my name is" é fixa, sem flexão nenhuma. É uma frase curta, mas cobre uma apresentação inteira: cumprimento e nome, tudo de uma vez.
O erro mais comum, e também o mais fácil de corrigir, é engolir o h e falar algo como "ello". Faz sentido: em português o h nunca soa, nem em "hoje" nem em "hotel", então o hábito é natural. Em inglês esse h é real. Se custar a sair, lembre que o português brasileiro já produz um som parecido, é o r forte do início de "rato" ou "carro" na fala carioca, só que ali ele é escrito com outra letra.
O segundo tropeço é na vogal final. Quem lê "hello" com os olhos de português tende a fechar o o final seco, tipo "rê-LÔ", sem deslizar. Em inglês essa sílaba é um ditongo, ela começa aberta em "ó" e termina fechando suavemente num "u", "ló-u". Sem esse deslize no final, a palavra soa cortada pela metade pra um ouvido nativo de inglês.