Inglês para falantes de português · Guia de pronúncia
tâ-MÊIK, ditongo pleno e “k” final seco.
Tanto faz se “make” aparece depois do infinitivo reduzido ou sozinho no imperativo — a força recai sempre sobre essa palavra de conteúdo, nunca sobre um marcador gramatical como “to”.
Ouça: to make
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She can make bread.
Ela sabe fazer pão.
Ouça: She can make bread.
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Em “She can make bread”, “make” recebe destaque por ser a ação central, e o “k” final precisa parar seco antes de emendar em “bread”, sem vogal extra entre as duas consoantes que se encontram ali.
O mesmo hábito visto em “like” reaparece aqui: soltar uma vogal extra depois do “k” final, transferindo para o inglês a estrutura silábica do português, que raramente termina em consoante pura. Pare o ar assim que a parte de trás da língua tocar o céu da boca.